Saturday, February 18, 2012
Sunday, January 29, 2012
Jeff Mills
Tão distorcido
Tão barulhento
Tão rude
Tão "rudimentar"
... e tão brilhante
Jeff Mills pois claro
Tão barulhento
Tão rude
Tão "rudimentar"
... e tão brilhante
Jeff Mills pois claro
Pensar com: Luís da Silva Pereira
"Porém, nem tudo o que é tecnicamente possível é eticamente aceitável, e o que não é eticamente aceitável não se deve legalizar. Um dos maiores perigos resultantes da cultura materialista em que vivemos, é separar as leis dos fundamentos que devem regular os atos humanos, fazendo depender os valores éticos de maiorias políticas ocasionais. Fica aberto o caminho para todas as arbitrariedades."
Luís da Silva Pereira in Diário do Minho, 29 de Janeiro de 2012, a propósito da pretensão de legalização das barrigas de aluguer.
Luís da Silva Pereira in Diário do Minho, 29 de Janeiro de 2012, a propósito da pretensão de legalização das barrigas de aluguer.
Saturday, January 28, 2012
Génio em estado puro: Green Velvet
Green Velvet é um génio mesmo muito muito muito grande...
Isto é verdadeira música House.
verdadeiramente genial.
Isto é verdadeira música House.
verdadeiramente genial.
Saturday, January 21, 2012
BWV 1056 de Bach
A má notícia é que nunca conseguirei criar algo de semelhante ou que se aproxime disto.
A boa notícia é que já quase consigo tocar isto no piano.
Martinho Moura
A boa notícia é que já quase consigo tocar isto no piano.
Martinho Moura
Saturday, January 14, 2012
HUMOR SÉRIO
Sempre gostei de Descartes. Continuo a admirar o seu poder especulativo e as maravilhosas intuições da existência de Deus.
Descartes é o 'protótipo' do genuíno intelectual - aquele que vive do espírito - e cujas "realidades" espirituais lhes são mais visíveis do que aquelas que entram pelos olhos adentro.
E não é isto maravilhoso? Um insistente questionamento de tudo o que nos rodeia?
Martinho Moura
Descartes é o 'protótipo' do genuíno intelectual - aquele que vive do espírito - e cujas "realidades" espirituais lhes são mais visíveis do que aquelas que entram pelos olhos adentro.
E não é isto maravilhoso? Um insistente questionamento de tudo o que nos rodeia?
Martinho Moura
