background="http://imageshack.us/a/img694/834/artur7.jpg">
my compositions:                        

Monday, May 17, 2010

A beleza natural enquanto indício maior e mais apetecível da veracidade dos princípios morais determinados pela ética kantiana




“Conformidade a fins da natureza” significa, em Kant, que a natureza está em conformidade com os nossos fins, enquanto que natureza é, para este filósofo, a nossa própria estrutura cognitiva, e que o facto de respondermos à harmonia das partes de um objecto naturalmente belo com um jogo harmonioso das nossas faculdades (que se revelam autónomas), significa que a nossa constituição cognitiva é ela própria natural; que os nossos fins enquanto seres morais, que agem de forma não empiricamente condicionada mas categórica e universal, encontram no mundo sensível um alento ou conformidade a tal inteligibilidade, na medida em que a inteligibilidade ou supra-sensibilidade da natureza é ela própria estritamente formal, sempre enquanto finalidade sem fim (enquanto que este sem fim nada mais é que o puro deleite)

0 Comments:

Post a Comment

Subscribe to Post Comments [Atom]

<< Home